O Brasil está filtrando a verdadeira direita e a resposta virá em 2022


Diferente do que muitos imaginam o Brasil nunca teve uma direita na política, ao menos não de forma consolidada. Ela sempre esteve presente, mas de forma fragmentada, sendo representada por indivíduos praticamente isolados, e não por forças partidárias capazes de enfrentar o esquerdismo ideológico e o pragmático, esse último mais ao "centro". A direita só veio a surgir como uma força identitária no Brasil com a popularização das redes sociais, alcançando o seu pico entre 2010 e 2014, acredito. Isso porque ela sempre esteve na sociedade. O povo, sim, este sempre foi em sua absoluta maioria identificado com a direita, o conservadorismo e os valores cristãos que alimentam essa conjuntura.

No entanto, o povo nunca teve protagonismo na política, não de forma real. Isso só passou a surgir, como disse, com a popularização da internet, porque foi isso o que permitiu a disseminação dos ideais da direita, o que fez despertar a população para o embate político de forma prática, nas ruas e nos meios de comunicação. A população, então, percebeu que somos a maioria e passou a se unir em prol disso, usando as redes sociais para criar essa identidade que hoje a mídia chama de "bolsonarismo". O "bolsonarismo", na verdade, nada mais é do que uma adjetivação da verdadeira direita brasileira que vem sendo filtrada aos poucos, caracterizada por pessoas que apoiam o atual presidente porque é ele quem atualmente defende e representa a essência do que o nosso povo sempre pensou e desejou para o Brasil.

Liberdade econômica, de expressão e culto, defesa dos valores cristãos de forma inegociável como a família tradicional e a vida desde a concepção, patriotismo, políticas armamentistas, proteção da infância, etc., se isso é "bolsonarismo", então o bolsonarismo é a direita com outro nome. Essa direita se uniu pelo impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, em 2016. Naquela ocasião, éramos um povo massificado em prol de um só propósito, pois não havia tempo para expor nossas diferenças - estávamos lutando pela sobrevivência do país. Com o passar dos anos, especialmente após 2018, essas diferenças vieram à tona e hoje podemos enxergar de forma mais clara, dentro e fora dos partidos, quem é quem. A direita de 2020 já não era a mesma de 2018. Os farsantes e oportunistas deixaram cair suas máscaras. Agora de 2021, mais ainda, e não será diferente em 2022, quando até lá muitos ainda vão revelar quem realmente são. E o que podemos concluir disso tudo? Que o Brasil continua filtrando a verdadeira direita, o que é bom.

Sim, porque chegaremos em 2022 mais maduros, unidos e conscientes de que não podemos mais cometer os mesmos erros de 2018, quando muitos votaram pela emoção e não pela razão; pela fama dos candidatos e não por suas trajetórias. É isso o que espero para o ano que vem e não tenho dúvida que, com eleições limpas, a nossa vitória será ainda maior

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