Socialistas fabianos: fundador do MBL declara que vai votar em Lula


Cai a máscara: fundador do MBL declara voto em Lula

Tiago Pavinatto, um dos fundadores do Movimento Brasil Livre (MBL), um grupo de pseudo jovens de direita, declarou, na quarta-feira (31), que apesar de ‘nunca ter votado no PT’, considera votar em Lula nas eleições presidenciais de 2022.

“Só não votarei nele, se duas situações improváveis acontecerem: Temer ou FHC candidatos”, disse o advogado no Twitter.

“Nunca gostei, pessoal e politicamente, do Lula… Nem quando advoguei pra família Lula da Silva. Nunca votei no PT e continuo não gostando do Lula. Mas, já declaro meu voto do ano que vem: Lula”, escreveu Pavinatto na rede social.

Gay, ateu, advogado e ativista LGBTQIA+, ele foi candidato a vereador pelo Movimento Brasil Livre (MBL) na cidade de São Paulo, em 2020, mas perdeu.

Em entrevista ao programa “Pânico na Rádio”, da Jovem Pan, ele disse admirar os jornalistas Paulo Francis e Reinaldo Azevedo e justificou:

“Gosto de ver o circo pegar fogo com conteúdo.”, resumiu ao responder quem é.

De liberais anticorrupção a guardiães da moral, o MBL passa por uma metamorfose ideológica. As controvérsias e incoerências dos líderes e fundadores do MBL acompanham o crescimento do grupo, que foi criado para mobilizar as ruas a favor do impeachment da ex-presidente Dilma Roussef, do PT, e exigir o combate à corrupção.

Boa parte dos ataques que o movimento concentrou na época, inclusive, foram em cima do Partido dos Trabalhadores e do seu principal expoente, o ex-presidente e ex-presidiário, Luiz Inácio Lula da Silva.

A artilharia do MBL, contudo, modifica de acordo com o momento político. Em 2018, eram contra o aborto, feminismo, "ideologia de gênero" e o "politicamente correto". Em 2022, com a elegibilidade de Lula para a disputa presidencial, o Movimento já escolheu o lado de quem vai ficar.


Via Jornal da Cidade Online 


COMENTÁRIO PORTAL 57

O MBL são os moleques que conseguiram se eleger deputados (Arthur Do Val e Kim Kataguiri) na esteira do nome e na ansiedade nacional por mudança à direita capitaneado pelo então candidato Jair Bolsonaro. No segundo turno, foram lá na casa do presidente e do seus filhos para babar ovo e tirar fotos.

Os mblistas esperavam espaços no governo federal, mas o presidente sabe que eles sempre foram tucanos e nunca cedeu. Agora eles tem ódio de Bolsonaro e se aliam à Lula para tentar derrubá-lo. Nem a esquerda – se for esperta - pode confiar nesses crápulas.

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