Caso Ághata: Maia ataca Lei Anticrime e Felipe Francischini rebate no Twitter


É extremamente triste, lamentável e inadmissível a morte de uma garota de apenas 8 anos de idade. Sem dúvida, algo totalmente inaceitável para a família e um verdadeiro tormento para a sociedade. Não há nada o que dizer sobre isso. A não ser chorar.

Aproveitando da morte da menina, algumas celebridades, ministro do STF e políticos de esquerda tentam politizar a tragédia. Luciano Huck, Gilmar Mendes e outros atacaram o governador Wilson Witzel contra sua política de segurança pública e tentam culpar a Polícia Militar – sem se debruçarem como foi a situação.

Mas o que chamou a atenção foi o twitter do presidente da Câmara Rodrigo Maia, que sonha ser presidenciável em 2022. Ele culpou o pacote Anticrime do ministro Sérgio Moro, onde prevê o ‘excludente de ilicitude’.

Pura desonestidade. O projeto não ampara casos como o da pequena Ághata.

Não demorou para que o deputado Felipe Francischini, presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, desse a merecida reprimenda ao senhor ‘Botafogo’, nome dado a Maia nas planilhas de pagamentos de propinas da Odebrecht.

"A morte da menina Agatha é triste. No entanto, não se pode usar isso para prejudicar o debate sobre o Pacote Anticrime na questão da excludente de ilicitude. O projeto é bastante claro quanto às hipóteses e limites. Não há carta branca p/ matar. LEIAM O PROJETO E DEIXEM DE MÁ-FÉ".

 Os tuítes de Maia e Francischini:


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